Hoje estou aqui, não para formular textos selecionando palavras para melhor exprimir o que sinto. Quero somente falar falar falar. Extravasar essa alegria momentânea. O destino controla os fios de suas marionetes com perfeição, às vezes ele dá um nó, e creio que foi num desses embaraços das linhas que controlam nossas vidas que houve as possibilidades de nos reecontrarmos. E quando eu penso ter esquecido, e quando eu viso outro alguém, o destino trata de me testar novamente. Traiçoeiro. Exibicionista. Adora mostrar que tem razão, e para isso, propositalmente laçou a minha linha com a sua. Mais uma vez. Tanto tempo levei para desfazer esses nós que outrora o nosso controlador convencido dera. E quando enxergo uma nova linha se aproximar, lá vai ele e "acidentalmente" faz confusão entre seus bonecos. Cruel. Mas, destino, grata estou por ser tão atrapalhado assim, ainda que intencionalmente.
29/03/2010
15/03/2010
Mais uma vez 'Por quê?'
Passamos um pelo outro como se fossemos desconhecidos.
Seria perfeito se, o que fingimos ser realmente fosse verdade.
Adoraria não ter visto, tantas vezes, seu sorriso de sarcasmo ou prazer ao me ver irritada.
Você não sabe, e o pior, não quer saber, que está me fazendo sofrer como outrora me fizeram.
Compreendo que és patético e imaturo,
já me certifiquei de que não vale a pena lutar para que entendas minha situação.
Você não seria considerado um culpado por mim caso quisesse ouvir;
mas com certeza achou injusto não participar do meu assassinato lento
e quis dar sua contribuição.
Seria eu um tipo de Jesus Cristo?
No aspecto de ter nascido para ser julgado injustamente e posto na cruz à espera de sua morte?
"Perdoa-os, pai, eles não sabem o que estão fazendo."
Perdoa-me, pai, eu não sei o que estou fazendo.
Seria perfeito se, o que fingimos ser realmente fosse verdade.
Adoraria não ter visto, tantas vezes, seu sorriso de sarcasmo ou prazer ao me ver irritada.
Você não sabe, e o pior, não quer saber, que está me fazendo sofrer como outrora me fizeram.
Compreendo que és patético e imaturo,
já me certifiquei de que não vale a pena lutar para que entendas minha situação.
Você não seria considerado um culpado por mim caso quisesse ouvir;
mas com certeza achou injusto não participar do meu assassinato lento
e quis dar sua contribuição.
Seria eu um tipo de Jesus Cristo?
No aspecto de ter nascido para ser julgado injustamente e posto na cruz à espera de sua morte?
"Perdoa-os, pai, eles não sabem o que estão fazendo."
Perdoa-me, pai, eu não sei o que estou fazendo.
Sobrevivendo com espinhos em minha cabeça,
com pregos em minhas mãos,
peço-vos que acrescentem uma estaca em meu coração.
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